quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Catequese do Papa Francisco - 25/09/13 - A Unidade da Igreja



CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 25 de setembro de 2013



Queridos irmãos e irmãs, bom dia,

No “Credo” nós dizemos “Creio na Igreja, una”, professamos, isso é, que a Igreja é única e esta Igreja é em si mesma unidade. Mas se olhamos para a Igreja Católica no mundo descobrimos que essa compreende quase 3000 dioceses espalhadas em todos os Continentes: tantas línguas, tantas culturas! Aqui há tantos bispos de tantas culturas diferentes, de tantos países. Há o bispo de Sri Lanka, o bispo do Sul da África, um bispo da Índia, há tantos aqui… Bispos da América Latina. A Igreja está espalhada em todo o mundo! No entanto, as milhares de comunidades católicas formam uma unidade. Como pode acontecer isto?

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Catequese com o Papa Francisco – 18/09/2013 - "A IGREJA É COMO UMA BOA MÃE, SEMPRE PERDOA"



CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 18 de setembro de 2013




Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Hoje retorno ainda sobre a imagem da Igreja como mãe. Eu gosto tanto dessa imagem da Igreja como mãe. Por isto, quis retornar a ela, porque esta imagem me parece que nos diz não somente como é a Igreja, mas também qual face deveria ter sempre mais a Igreja, esta nossa mãe Igreja.

Gostaria de destacar três coisas, sempre olhando às nossas mães, a tudo aquilo que fazem, que vivem, que sofrem pelos próprios filhos, continuando aquilo que disse quarta-feira passada. Eu me pergunto: o que faz uma mãe?

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Catequese com o Papa Francisco – 11/09/2013 - Sobre a Santa Mãe Igreja



CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 11 de setembro de 2013




Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Retomamos hoje as catequeses sobre a Igreja neste “Ano da Fé”. Entre as imagens que o Concílio Vaticano II escolheu para fazer-nos entender melhor a natureza da Igreja, há aquela da “mãe”: a Igreja é nossa mãe na fé, na vida sobrenatural (cfr. Const. dogm. Lumen gentium, 6.14.15.41.42). É uma das imagens mais usadas pelos Padres da Igreja nos primeiros séculos e penso que possa ser útil para nós. Para mim, é uma das imagens mais belas da Igreja: a Igreja mãe! Em que sentido e de que modo a Igreja é mãe? Partamos da realidade humana da maternidade: o que faz uma mãe?

sábado, 7 de setembro de 2013

Catequese do Papa Francisco - 04/08/2013

Salve Maria! Voltamos com a catequese semanal do Santo Padre Francisco.



CatequesePraça São Pedro – VaticanoQuarta-feira, 4 de setembro de 2013



Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Retomamos o caminho das catequeses, depois das férias de agosto, mas hoje gostaria de falar com vocês da minha viagem ao Brasil, em ocasião da Jornada Mundial da Juventude. Passou-se mais de um mês, mas considero importante retornar a este evento, e a distância de tempo permite compreender melhor o significado.

Antes de tudo desejo agradecer ao Senhor, porque foi Ele que guiou tudo com a sua Providência. Para mim, que venho das Américas, foi um grande presente! E por isto agradeço também Nossa Senhora Aparecida, que acompanhou toda esta viagem: fiz a peregrinação ao grande Santuário nacional brasileiro, e a sua venerável imagem estava sempre presente no palco da JMJ. Fiquei muito contente com isto, porque Nossa Senhora Aparecida é muito importante para a história da Igreja no Brasil, mas também para toda a América Latina; em Aparecida os bispos latino-americanos e do Caribe vivemos uma Assembleia geral, com o Papa Bento: uma etapa muito significativa do caminho pastoral naquela parte do mundo onde vive a maior parte da Igreja católica.

Mesmo se já o fiz, quero renovar o agradecimento a todas as Autoridades civis e eclesiásticas, aos voluntários, à segurança, às comunidades paroquiais do Rio de Janeiro e de outras cidades do Brasil, onde os peregrinos foram acolhidos com grande fraternidade. De fato, o acolhimento das famílias brasileiras e das paróquias foi uma das características mais belas desta JMJ. Brava gente estes brasileiros. Brava gente! Têm realmente um grande coração. A peregrinação comporta sempre desconfortos, mas o acolhimento ajuda a superá-los e, antes, transforma-os em ocasião de conhecimento e de amizade. Nascem laços que depois permanecem, sobretudo na oração. Também assim cresce a Igreja em todo o mundo, como uma rede de verdadeiras amizades em Jesus Cristo, uma rede que enquanto te prende te liberta. Então, acolhimento: e esta é a primeira palavra que emerge da experiência da viagem ao Brasil. Acolhida!

Uma outra palavra que resume pode ser festa. A JMJ é sempre uma festa, porque quando uma cidade se preenche com jovens e jovens que percorrem as ruas com as bandeiras de todo o mundo, saudando-se, abraçando-se, esta é uma verdadeira festa. É um sinal para todos, não só para os crentes. Mas depois há a festa maior que é a festa da fé, quando juntos se louva o Senhor, canta-se, escuta-se a Palavra de Deus, permanece-se em silêncio de adoração: tudo isto é o ápice da JMJ, é o verdadeiro escopo desta grande peregrinação e se vive este momento de modo particular na grande Vigília do sábado à noite e na Missa final. Aqui está: está é a grande festa, a festa da fé e da fraternidade, que começa neste mundo e não terá fim. Mas isto é possível somente com o Senhor. Sem o amor de Deus não há verdadeira festa para o homem!

Acolhimento, festa. Mas não pode faltar um terceiro elemento: missão. Esta JMJ foi caracterizada por um tema missionário: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”. Ouvimos a palavra de Jesus: é a missão que Ele dá a todos! É o mandato de Cristo Ressuscitado aos seus discípulos: “Ide”, saiam de si mesmos, de todo fechamento para levar a luz e o amor do Evangelho a todos, até as extremas periferias da existência! E foi justamente este mandato de Jesus que confiei aos jovens que enchiam a perder de vista a praia de Copacabana. Um lugar simbólico, à margem do oceano, que fazia pensar na margem do lago da Galileia. Sim, porque mesmo hoje o Senhor repete: “Ide…”, e acrescenta: “Eu estou convosco, todos os dias…”. Isto é fundamental! Somente com Cristo nós podemos levar o Evangelho. Sem Ele não podemos fazer nada – disse-nos Ele mesmo (cfr Jo 15, 5). Com Ele, em vez disso, unidos a Ele, podemos fazer tanto. Mesmo um rapaz, uma moça, que aos olhos do mundo conta pouco ou nada, aos olhos de Deus é um apóstolo do Reino, é uma esperança para Deus! A todos os jovens gostaria de perguntar com força, mas eu não sei se hoje na Praça há jovens: há jovens na Praça? Há alguns! Gostaria, a todos vocês, de perguntar com força: vocês querem ser uma esperança para Deus? Querem ser uma esperança, vocês? [Jovens: Sim!] Querem ser uma esperança para a Igreja? [Jovens: “Sim!”] Um coração jovem, que acolhe o amor de Cristo, transforma-se em esperança para os outros, é uma força imensa! Mas vocês, rapazes e moças, todos os jovens, vocês devem nos transformar e vos transformar em esperança! Abrir as portas rumo a um mundo novo de esperança. Esta é a tarefa de vocês. Querem ser esperança para todos nós? [Jovens: “Sim!”]. Pensemos no que significa aquela multidão de jovens que encontraram Cristo ressuscitado no Rio de Janeiro e levam o seu amor na vida de todos os dias, vivem-no, comunicam-no. Não vão para os jornais porque não cometem atos violentos, não fazem escândalo e então não fazem notícia. Mas, se permanecem unidos a Jesus, constroem o seu Reino, constroem fraternidade, partilha, obras de misericórdia, são uma força poderosa para tornar o mundo mais justo e mais belo, para transformá-lo! Gostaria de perguntar agora aos rapazes e moças, que estão aqui na Praça: vocês têm coragem de acolher este desafio? [Jovens: “Sim”] Têm coragem ou não? Eu ouvi pouco… [Jovens: “Sim”] Vocês estão animados para ser esta força de amor e de misericórdia que tem a coragem de querer transformar o mundo? [Jovens: “Sim”].

Queridos amigos, a experiência da JMJ nos recorda a verdadeira grande notícia da história, a Boa Nova, mesmo se não aparece nos jornais e na televisão: somos amados por Deus, que é nosso Pai e que enviou o seu Filho Jesus para fazer-se próximo a cada um de nós e nos salvar. Enviou Jesus para nos salvar, para perdoar todos, porque Ele sempre perdoa: Ele sempre perdoa, porque é bom e misericordioso. Recordem: acolhimento, festa e missão. Três palavras: acolhimento, festa e missão. Estas palavras não são só uma recordação daquilo que aconteceu no Rio, mas são alma da nossa vida e das nossas comunidades divinas, contribuem para construir um mundo mais justo e solidário. Obrigado!

Apelo do Papa


No próximo sábado viveremos juntos um dia especial de jejum e de oração pela paz na Síria, no Oriente Médio, no mundo todo. Também para a paz nos nossos corações, porque a paz começa no coração! Renovo o convite a toda a Igreja a viver intensamente este dia, e, desde agora, exprimo reconhecimento aos outros irmãos cristãos, aos irmãos de outras religiões e aos homens e mulheres de boa vontade que queiram se unir, nos lugares e nos modos próprios, a este momento. Exorto em particular os fiéis romanos e os peregrinos a participarem da vigília de oração aqui, na Praça São Pedro, às 19h, para invocar ao Senhor o grande dom da paz. Se eleve forte em toda a terra o grito da paz!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Contra a depravação do espírito


Contra a depravação do espírito
pelo cônego Xavier Pedrosa, Olinda, Pernambuco
Revista Eclesiástica Brasileira, vol. 1, março-junho 1941.

Os exmos. senhores arcebispos e bispos da província eclesiástica de São Paulo, na Carta Pastoral Coletiva que escreveram ultimamente aos fiéis, condenaram corajosamente a literatura pornográfica ou morbidamente sentimental, bem como as canções populares depravadas a que dão publicidade as nossas casas editoras e as estações rádio-emissoras brasileiras, dizendo:

“A literatura pornográfica ou morbidamente sentimental vai-se difundindo sem que lhe oponham embargos. Livros positivamente maus, corruptores do caráter e da consciência são vendidos nas estradas de ferro, expostos nas vitrinas e, o que é muitíssimo peior, enviados  pelas casas editoras, com singular estratagema, Às famílias do interior, sem que estas se comprometam a comprá-los, tocando-lhes apenas o trabalho de os devolver, caso não aceitem a abjeta mercadoria. Quem conhece a natural ingenuidade do nosso povo, facilmente percebe o cínico abuso que se faz da simplicidade e timidez da nossa gente, para contaminar cidades, vilas e povoados com esse veneno da peior espécie”

Condenamos, como bispos e como brasileiros, as organizações e editoras que sem pejo se consagram à fúnebre empreitada de corromper  o coração da mocidade masculina e feminina, desfibrando o caráter da nossa gente e arruinando o futuro do Brasil com esse comércio imoral e anti-patriótico”.

“Tem os povos, nas suas canções populares, a melhor expressão de sua alma, porquanto nelas guardam fatos da sua história, cenas da sua natureza, inspiração dos seus vates, melodias dos seus artistas, em estrofes pelas quais algo perpassa que sobrevive os próprios autores. Por isto mesmo representam cancioneiros uma relíquia nacional.

Ultimamente, contudo, abastardou-se entre nós, de tal forma o espírito, a letra e a melodia dessas canções, principalmente as que se cantam aos folguedos carnavalescos, que deveríamos corar de pejo, se elas de fato exprimissem o que nos vai na alma. Custa mesmo crer que obtenham elas o assentimento oficial para serem divulgadas, tanto é intonso o vernáculo, tão grosseiro o tema, tão baixo o ideal de existência que apresentam, tão vulgares os sentimentos e tão obscenos o termos, que miseravelmente corrompem a mentalidade de nosso povo. Que poderia o pais esperar de seus filhos que cantam a indolência, a sensualidade, a despreocupação das coisas sérias e elevadas? Estaria antecipadamente votado à derrota”.



Não podiam ser mais positivos na exposição dos grandes perigos que ameaçam o futuro da nossa fé no Brasil, nem condená-los com maior energia e coragem apostólicas os representantes do nosso venerando episcopado.

Literatura pornográfico

(...) O espírito pagão que as doutrinas atrevidas do século passado espalharam em todos os países da Europa e da América, se serviu do livro como o mais perigoso veículo de depravação, de corrupção dos costumes.

(...) Hoje se escreve o romance e a novela no Brasil com o propósito de depravar a alma dos leitores. O escritor que não escreveu seus romances páginas atrevidas, licenciosas, picantes, que não pintou ao vivo as cenas brutais da vida humana, que não escarpelou as chagas das hediondas da sociedade viciada em que vivemos, é um escritor destinado ao desprezo da crítica literária, ao esquecimento dos leitores, um escrito fora do seu tempo, sem expressão, sem a compreensão do sentido da brasilidade que a literatura do tempo possa possuir.

(...)

Os livros irreligiosos empregam a blasfêmia, o sofisma, a mentira, a zombaria, fingem ciência e empregam estilo especioso para conseguirem o seu fim. Fora destes há o livro frívolo, sinuoso, que não ataca diretamente, mas traz debaixo de seu tom aparentemente inofensivo um cepticismo perigoso que os leva à crítica fina aos nossos dogmas, à autoridade doutrina da Igreja, aos preceitos da religião e ao magistério divino que guia e orienta a nossa fé.

(...)

Canções populares transmitidas pelo rádio

Mas, infelizmente, não é só o mau livro e o mau jornal que corrompem e depravam o espírito brasileiro. São também as canções, os cantos populares, que, transmitidos abusiva e intempestivamente pelas nossas rádio-transmissoras, longe de educar o povo, corrompem a alma nacional, desfibram e arruínam o caráter de nossa gente, embrutecendo o espírito nacional e materializando o verdadeiro e nobre sentido da vida. (...)

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Carta Encíclica Lumen Fidei



CARTA ENCÍCLICA

LUMEN FIDEI

DO SUMO PONTÍFICE
FRANCISCO

AOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS
SOBRE A FÉ

1. A luz da fé é a expressão com que a tradição da Igreja designou o grande dom trazido por Jesus. Eis como Ele Se nos apresenta, no Evangelho de João: « Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em Mim não fique nas trevas » (Jo 12, 46). E São Paulo exprime-se nestes termos: « Porque o Deus que disse: “das trevas brilhe a luz”, foi quem brilhou nos nossos corações » (2 Cor 4, 6). No mundo pagão, com fome de luz, tinha-se desenvolvido o culto do deus Sol, Sol invictus, invocado na sua aurora. Embora o sol renascesse cada dia, facilmente se percebia que era incapaz de irradiar a sua luz sobre toda a existência do homem. De facto, o sol não ilumina toda a realidade, sendo os seus raios incapazes de chegar até às sombras da morte, onde a vista humana se fecha para a sua luz. Aliás « nunca se viu ninguém — afirma o mártir São Justino — pronto a morrer pela sua fé no sol ».[1] Conscientes do amplo horizonte que a fé lhes abria, os cristãos chamaram a Cristo o verdadeiro Sol, « cujos raios dão a vida ».[2] A Marta, em lágrimas pela morte do irmão Lázaro, Jesus diz-lhe: « Eu não te disse que, se acreditares, verás a glória de Deus? » (Jo 11, 40). Quem acredita, vê; vê com uma luz que ilumina todo o percurso da estrada, porque nos vem de Cristo ressuscitado, estrela da manhã que não tem ocaso.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Os Sete Pai nossos em Honra do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor

Salve Maria Santíssima! Viva Cristo Rei!


A devoção ao Preciosíssimo Sangue de Jesus remonta a Igreja nascente, sobretudo em reverência ao sangue de Jesus derramado na cruz e também em alusão ao sangue de Cristo na Eucaristia. Foi, porém, no XIX, que São Gaspar Del Búfalo empreendeu grande campanha na propagação dessa devoção, cujo reconhecimento pela Sé Apostólica permitiu a composição da missa e ofício próprio por ordem do Papa Bento XIV. Posteriormente, por decreto do Papa Pio IX, a devoção foi estendida à toda Igreja. Por isso, até hoje São Gaspar é reconhecido pela Igreja Católica como o "Apóstolo do Preciosíssimo Sangue". A Igreja estabeleceu o mês de julho como o mês dedicado ao Preciosíssimo Sangue. 



A liturgia do Preciosíssimo Sangue era celebrada desde há muito tempo em algumas igrejas particulares e institutos religiosos. A sua celebração foi concedida à Congregação Passionista no final do ano 1773. Encontramos exposta a devoção ao Preciosíssimo Sangue em São Paulo da Cruz e nos primeiros Passionistas, principalmente em S. Vicente Maria Strambi, que a aprofundou e a divulgou, escrevendo, inclusive, um livrinho para o mês do Preciosíssimo Sangue. O ofício atual foi tomado em grande parte dos Missionários do Preciosíssimo Sangue: apresenta-nos como que uma antologia dos melhores textos da Sagrada Escritura que nos falam do Sangue de Jesus e da sua vida redentora, ajudando-nos a ver nele a fonte da nossa esperança e salvação.





Os Sete Pai Nossos

(Em honra do Sangue de Jesus)


O divino Salvador revelou a Santa Brígida a promessa seguinte:

"Sabei que darei 5 graças àqueles que, durante 12 anos, rezarem sete Pai Nossos e Ave Marias em honra do meu precioso Sangue:


* Não terão que passar pelo purgatório.
* Aceitá-los-ei no Coro dos Mártires como se tivessem derramado seu sangue pela fé.
* Conservarei 3 almas de seus parentes na graça santificante conforme sua escolha.
* As almas dos seus parentes até o 4o. grau escaparão do inferno.
* Um mês antes de sua morte ser-lhes-á dado conhecimento dela.

Se por acaso morrerem antes dos 12 anos completos, irei julgar como se fossem as condições cumpridas".

Papa Inocêncio X confirmou esta revelação e acrescentou que as almas cumpridoras das condições libertarão cada Sexta-Feira Santa uma alma do Purgatório. A esta devoção, facilmente, se unirá a veneração e o oferecimento das Santas Chagas do nosso Salvador, pois das suas chagas brotou o Precioso Sangue. O Redentor recomendou este exercício à irmã Maria Marta Chambon e lhe deu grandes promessas a respeito deste.